segunda-feira, 30 de maio de 2011

O BELO CONTINUA BELO


Contabilizando o belo

Ana Echevenguá


Entardecer no Mar

 

Costumo caminhar pela praia, olhando pra areia. Pro chão. E vou contabilizando o lixo, o despejo dos resíduos, as pegadas e cocô de cachorro... enfim, presto atenção no tratamento que os ‘meus iguais’ dispensam à beira-mar.
Outro dia, estava tão absorta nessa ‘contabilidade’ que, quando olhei pro meu lado esquerdo e vi o mar, tomei um susto. Isso: um susto!

domingo, 29 de maio de 2011

CIÊNCIA - A NEBULOSA DO CARANGUEJO

Erupção inédita de luminosidade no espaço intriga astrônomos

Imagem da Nebulosa do Caranguejo feita em 2005 pela Nasa (AP)
Nebulosa do Caranguejo emitiu raios ainda mais fortes que o normal
A estrutura espacial chamada Nebulosa do Caranguejo impressionou os astrônomos ao emitir uma quantidade inédita de raios gama, uma forma de energia extremamente luminosa.
A Nebulosa do Caranguejo consiste em detritos de uma estrela supernova que foi destruída em uma explosão.
O que motivou a erupção sem precedentes de raios gama, ocorrida em meados de abril, é um grande mistério para os cientistas.

sábado, 28 de maio de 2011

CIÊNCIA

Inseto é fotografado comendo filhote de tartaruga no Japão

Foto: Shin-ya Ohba
O inseto surpreendeu ao ser visto com tartaruga (Foto: Shin-ya Ohba)
Uma barata d'água foi fotografada comendo um filhote de tartaruga no Japão, no que foi considerada uma inversão pouco comum de papéis predatórios.
Grandes insetos da subfamíliaLethocerinae são conhecidos por caçar pequenos vertebrados, incluindo peixes e sapos. Mas uma espécie particular já era conhecida por comer filhotes de cobras – e, agora, ficou comprovado que se alimenta até de tartarugas.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

SERÁ O PLANETA-X?

Planeta-X: afinal, o que é e onde se encontra esse planeta?


Recentemente, a possibilidade da existência de mais um planeta no Sistema Solar fez o termo "Planeta-x" voltar à moda e diversos blogs passaram a especular que o hipotético objeto seria na verdade o Planeta-X, sempre lembrado e temido, mas nunca comprovado.
planeta-x
Para os que ainda não sabem, o Planeta-X não existe. Esse é um termo utilizado informalmente sempre que se especula sobre a possibilidade de um novo objeto no Sistema Solar. Não se trata de um planeta, mas de uma expressão popular.

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA ARQUEOLOGIA

Imagens de satélite ajudam a encontrar 17 pirâmides no Egito

Pirâmide no sítio arqueológico de Saqqara
Duas das pirâmides descobertas estão no sítio arqueológico de Saqqara
Uma avaliação de imagens do Egito feitas por satélite usando raios infravermelhos identificou 17 pirâmides perdidas, além de mais de mil tumbas e 3 mil assentamentos antigos enterrados.
Escavações iniciais confirmaram algumas das descobertas, incluindo duas possíveis pirâmides.

Imagens de satélite ajudam a encontrar 17 pirâmides no Egito

Pirâmide no sítio arqueológico de Saqqara
Duas das pirâmides descobertas estão no sítio arqueológico de Saqqara
Uma avaliação de imagens do Egito feitas por satélite usando raios infravermelhos identificou 17 pirâmides perdidas, além de mais de mil tumbas e 3 mil assentamentos antigos enterrados.
Escavações iniciais confirmaram algumas das descobertas, incluindo duas possíveis pirâmides.
A técnica pioneira foi desenvolvida pela arqueóloga Sarah Parcak em um laboratório patrocinado pela Nasa no Alabama, nos Estados Unidos.
Parcak se diz impressionada com o quanto sua equipe encontrou. “Fizemos pesquisas intensas por mais de um ano. Eu podia ver os dados conforme eles iam aparecendo, mas para mim o momento-chave foi quando dei um passo para trás e olhei tudo o que havíamos encontrado. Não podia acreditar que pudéssemos localizar tantos locais no Egito”, disse.
A equipe analisou imagens de satélites que viajam a uma órbita a 700 quilômetros da Terra, equipados com câmeras tão potentes que poderiam identificar objetos com menos de um metro de diâmetro sobre a superfície da Terra.
As descobertas são tema do documentário da BBC Egypt’s Lost Cities(As cidades perdidas do Egito) que vai ao ar na Grã-Bretanha na próxima segunda-feira.
Escavações de teste
As imagens com raios infravermelhos foram usadas para destacar materiais diferentes debaixo da superfície.
Os egípcios antigos construíram suas casas e estruturas com tijolos de barro, que são mais densos que o solo em seu entorno, tornando possível a identificação de casas, templos e tumbas.
“Isso nos mostra como é fácil subestimar tanto o tamanho como a escala dos assentamentos humanos antigos”, diz Parcak.
Para ela, ainda há muito mais a ser descoberto. “Esses são somente os locais próximos à superfície. Há muitos milhares de locais adicionais que foram cobertos com lama trazida pelo rio Nilo. Esse é só o começo desse tipo de trabalho”, diz.
As câmeras da BBC acompanharam Parcak em sua “nervosa” viagem ao Egito para acompanhar as escavações de teste para verificar se sua técnica podia realmente identificar construções debaixo da superfície.
Ela visitou uma área no sítio arqueológico de Saqqara, a cerca de 30 quilômetros do Cairo, onde as autoridades locais não pareciam inicialmente interessadas em suas pesquisas.
Mas após serem informados pela arqueóloga que ela havia visto duas pirâmides em potencial, eles realizaram escavações de teste e agora acreditam que é um dos sítios arqueológicos mais importantes do Egito.
Parcak disse que “o momento mais excitante foi visitar as escavações em Tanis”.
“Eles haviam escavado uma casa de 3 mil anos que as imagens dos satélites haviam mostrado, e o desenho da estrutura casa quase perfeitamente com as imagens do satélite. Isso foi uma comprovação de nossa técnica”, afirma.
Entre outras coisas, as autoridades egípcias planejam usar a tecnologia para ajudar a proteger as antiguidades do país no futuro.
Durante os recentes protestos populares que derrubaram o regime do presidente Hosni Mubarak, houve casos de saques em sítios arqueológicos conhecidos.
“Podemos dizer pelas imagens que uma tumba de um período particular foi saqueada e podemos alertar a Interpol para prestar atenção nas antiguidades daquele período e que podem ser oferecidas para venda”, diz.
Ela também espera que a nova tecnologia ajude a interessar pessoas jovens na ciência e que possa ser uma ferramenta importante para os arqueólogos no futuro.
“Isso vai permitir que sejamos mais focados e seletivos no nosso trabalho. Diante de um sítio enorme, você normalmente não sabe por onde começar”, observa.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Inovação não é escolha, é necessidade, defende presidente da Finep
Glauco Arbix durante a audiência (Foto: Lecino Filho)
O investimento em inovação para o crescimento econômico do país foi defendido no último dia 25 de maio pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT), Glauco Arbix, em audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), do Senado Federal.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

SBPC terá Escola Brasil de Jornalismo Científico (EBJC)
Arte/Divulgação
 Entre 6 e 20 de julho será realizada, durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (RA/SBPC), a Escola Brasil de Jornalismo Científico (EBJC). Destinada a estudantes de jornalismo de todo o País, a escola terá a coordenação pedagógica de Graça Caldas (Labjor/Unicamp) e contará com aulas práticas. Todos os participantes selecionados receberão bolsas de estudo (transporte/alimentação/hospedagem).
A escola de inverno é um curso de imersão em Jornalismo Científico, intensivo com aulas práticas e teóricas. Durante a EBJC, os alunos terão contato direto com a comunidade científica brasileira e também participarão de dois seminários introdutórios sobre o Cerrado, para conhecerem mais sobre as riquezas naturais do bioma, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável. Na RA da SBPC, os estudantes produzirão um blog temático e, para tanto, terão acesso às palestras e coletivas de imprensa.

A coordenação pedagógica é da jornalista e pesquisadora Graça Caldas (Labjor/Unicamp). Integram o corpo docente os jornalistas e pesquisadores Wilson Bueno (Umesp) e Mariluce Moura, editora da Revista Pesquisa Fapesp e nova presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC); Audre Alberguini, coordenadora do curso de Jornalismo do Instituto Superior de Ciências Aplicadas (Isca) e Heloisa Dias, assessora especial da Embrapa, Brasília.

Nesta primeira edição da EBJC serão oferecidas cinco bolsas nacionais (um estudante por região) e cinco bolsas para os alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG), instituição onde se realiza a 63ª RA. "A EBJC objetiva atrair para a divulgação científica os melhores estudantes de Jornalismo e fomentar o debate sobre Ciência e Educação em todo o Brasil", explicou Adriana Lima, diretora de Projetos da Cohen Comunicação, empresa especializada na organização de eventos científicos e idealizadora da EBJC.

Para sua realização, a Escola tem o apoio institucional da SBPC, da ABJC, do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), do Instituto Sangari e da empresa Qualis A Sites e Editoração. Novas edições da Escola serão realizadas, anualmente, sempre paralelamente às reuniões da SBPC.

Segundo Ana Ferreira, diretora de Eventos da Cohen, para se inscrever é necessário que o estudante envie currículo, histórico escolar, carta de recomendação, um breve texto sobre 'Cerrado' (15 a 20 linhas), e pague uma taxa de R$ 30, até o dia 18 de junho.  A inscrição e informações complementares estão no site www.ebjc.com.br.

Agência FAPEAM
(Com informações da EBJC)

VEJA A VOTAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL




Depois de dois anos de debates na Câmara dos Deputados e muitas horas de Plenário ao longo de mais de duas semanas, os parlamentares finalmente conseguiram aprovar o Projeto de Lei que altera o Código Florestal Brasileiro. O texto aprovado nesta terça-feira (24), por 410 a 63 votos, foi o mesmo apresentado por Aldo Rebelo (PCdoB-SP) no dia 11 de maio, no corpo da emenda substitutiva global n◦186, e que causou o cancelamento da votação pelo governo no dia.

terça-feira, 24 de maio de 2011

VIDEO DA ERUPÇÃO VULCÂNICA

ERUPÇAO NA ISLÂNDIA PREOCUPA EUROPA




Volcanic Eruption in Grimsvotn, Iceland May 21 2011 from Jon Gustafsson on Vimeo.

FORTALEZA REALIZA FORUM

Licenciamento ambiental e reaproveitamento da água em destaque na III Edição do Fórum Multissetorial
Fonte : Portal da FIEC
  
Licenciamento ambiental, políticas de desenvolvimento sustentável, reaproveitamento da água para o consumo humano e educação ambiental no trabalho serão alguns temas abordados durante a III Edição do Fórum Multissetorial de Responsabilidade Ambiental, uma iniciativa do Instituto Hidroambiental Águas do Brasil (IHAB), que acontece no dia 25 de maio, das 8h30min às 17h30min, no auditório do Banco do Nordeste, no bairro Passaré, em Fortaleza. O evento é gratuito e vai apresentar cases de sucesso de empresas cearenses que têm compromisso com o meio ambiente.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

VULCÃO ISLANDES TORNA A EXPELIR CINZAS



Cinzas de vulcão na Islândia deixam Europa sob alerta

Nuvem de cinzas do vulcão da Islândia continua a influenciar tráfego aéreo
Por Omar Valdimarsson e Ingolfur Juliusson
Da SwissInfo

REYKJAVIK (Reuters) - A Grã-Bretanha informou que alguns voos podem ser prejudicados em várias partes do país na terça-feira por conta de uma nuvem de cinzas de um vulcão islandês, mas não espera uma repetição do caos aéreo provocada no ano passado.

EXTINÇÃO DE ESPÉCIMES II

O limite da floresta - PARTE II

(Página 2 de 2)
© ARTHUR GROSSET
Trepador-coleira: incapaz de atravessar pastos e estradas
Teste do modelo - O passo seguinte foi testar se o modelo previa a distribuição das espécies que o grupo da USP havia observado no trabalho de campo feito entre 2000 e 2009 no interior paulista, com apoio da FAPESP, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e do Ministério Federal de Educação e Pesquisa da Alemanha.

 No projeto, os pesquisadores fizeram o levantamento de anfíbios, aves e pequenos mamíferos em três áreas de 10 mil hectares com diferentes graus de mata nativa preservada (50%, 30% e 10%) e em três áreas de mata atlântica contínua na serra do Mar.
Depois de capturar os animais e identificar suas espécies, os pesquisadores os separaram em dois grupos: o das espécies especialistas, que só habitam trechos de mata atlântica; e o das generalistas, capazes de sobreviver tanto na floresta como em áreas modificadas pela ação humana, como plantações e pastagens.
O limite da floresta
(Página 2 de 2)
© ARTHUR GROSSET
Trepador-coleira: incapaz de atravessar pastos e estradas
Teste do modelo - O passo seguinte foi testar se o modelo previa a distribuição das espécies que o grupo da USP havia observado no trabalho de campo feito entre 2000 e 2009 no interior paulista, com apoio da FAPESP, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e do Ministério Federal de Educação e Pesquisa da Alemanha. No projeto, os pesquisadores fizeram o levantamento de anfíbios, aves e pequenos mamíferos em três áreas de 10 mil hectares com diferentes graus de mata nativa preservada (50%, 30% e 10%) e em três áreas de mata atlântica contínua na serra do Mar.
Depois de capturar os animais e identificar suas espécies, os pesquisadores os separaram em dois grupos: o das espécies especialistas, que só habitam trechos de mata atlântica; e o das generalistas, capazes de sobreviver tanto na floresta como em áreas modificadas pela ação humana, como plantações e pastagens. A classificação foi essencial para comparar os dados do levantamento com as previsões teóricas sobre o efeito da fragmentação, que deveriam ser observadas apenas  para as espécies especialistas.
No caso dos pequenos mamíferos, das 39 espécies encontradas, 27 eram especialistas. Para estas, os padrões de diversidade observados foram os esperados. Na região com 50% de cobertura nativa, tanto fragmentos grandes como pequenos continham quase todas as espécies achadas na região de mata contínua vizinha. Essas mesmas espécies também estavam na região com 30% de mata, mas concentradas nos fragmentos maiores. Já na região com 10% de floresta, o limiar de desmatamento havia sido ultrapassado e a diversidade era uniformemente baixa: seus fragmentos, independentemente da área, abrigavam de três a cinco vezes menos espécies especialistas do que a região de mata contínua.
Os pesquisadores notaram ainda que, na ausência de espécies especialistas, as populações das espécies generalistas explodiram na região com 10% de mata. Em áreas com 50% de floresta foram capturados 63 roedores Oligoryzomys nigripes, uma espécie generalista, enquanto o número saltou para 409 na região com menos mata. O dado preocupa. Esse roedor é o principal reservatório na mata atlântica do vírus causador da hantavirose humana e sua presença em pastos e plantações pode aumentar o risco de contágio das pessoas.
Esse é só um exemplo do impacto que a perda de biodiversidade pode ter sobre a saúde e a qualidade de vida humanas. Outros serviços prestados pelos ecossistemas naturais, como a polinização de plantações e o controle de pragas agrícolas, também podem desaparecer. “Não queremos preservar a biodiversidade para manter museus vivos, mas para manter os serviços que os ecossistemas desses remanescentes prestam”, diz o ecólogo Thomas Lewinsohn, da Universidade Estadual de Campinas, que não participou da pesquisa.
Para Lewinsohn, o trabalho dos grupos de Renata e de Metzger representa um salto qualitativo na ecologia, por combinar um estudo de campo difícil de realizar, com um modelo teórico que explora as consequências finais de diferentes efeitos, antes discutidos de maneira separada pelos pesquisadores que investigam a redução e a fragmentação de ambientes naturais em todo o mundo. “Eles deram uma contribuição importante para o entendimento das consequências da perda de florestas para a biodiversidade”, comenta o ecólogo Ilkka Hanski, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, pioneiro na pesquisa do impacto das transformações no hábitat sobre comunidades de plantas e animais. “Esse estudo deve se tornar altamente influente na biologia da conservação.”

EXTINÇÃO DE ESPÉCIMES

O limite da floresta I PARTE
Grupo de São Paulo identifica os sinais que precedem extinções em série na mata atlântica
© FABIO COLOMBINI
Anfíbios, afetados pelo desmatamento

A  mata atlântica é uma floresta aos pedaços. Segundo estimativas recentes, restam de 11% a 16% de sua cobertura original, a maior parte na forma de fragmentos com menos de 50 hectares de vegetação contínua, cercados de plantações, pastagens e cidades. Há tempos se sabe que essa arquitetura desarticulada dificulta a recuperação da floresta, uma das 10 mais ameaçadas do mundo. 

domingo, 22 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

ESQUELETO INTACTO DE MAMUTE É ENCONTRADO

Um mamute intacto é encontrado na Sibéria

Do Correio do Brasil
  Por Redação, com Pravda.ru - de Moscou
mamute
Os mamutes são os antepassados dos elefantes modernos
Na Sibéria os pescadores descobriram o esqueleto completo, intacto, de ummamute. Segundo os cientistas russos os restos apareceram quando as águas de uma enchente baixaram, na região de Krasnoyarsk, na Rússia. A espinha dorsal do mamute, os dentes, o crânio e as presas sobreviveram integralmente. O mamute parece ter morrido aos 50 anos de idade.
Os mamutes viveram na África, Europa, Ásia e América do Norte entre 1,6 milhões de anos e 10 mil anos atrás, durante o período Plistoceno. Alexander Kerzhayev, o vice-diretor do museu na pequena cidade de Novoselovo, afirma que esta é a descoberta mais significativa da qual ele tem lembrança.

ENERGIAS RENOVÁVEIS


Do Planeta Coppe – As fontes renováveis suprirão 80% da energia em 2050. A biomassa, a energia eólica e a energia solar serão, dentre as renováveis, as que mais estarão contribuindo para a oferta de energia no mundo em 40 anos. Mas para isso é preciso que governos adotem políticas públicas que viabilizem a substituição de combustíveis fósseis por fontes de energia mais limpas. Essas são as principais conclusões do Relatório Especial sobre Energias Renováveis que será divulgado pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) – o painel da ONU que estuda a mudança climática – no mês de maio, em Abu Dhabi.

 De acordo com os cenários analisados pelo IPCC, as fontes renováveis poderão reduzir entre 220 Gt e 560 Gt (gigatoneladas) a emissão de CO2 na atmosfera entre 2010 e 2050.

DESMATAMENTO AVANÇA NA AMAZÔNIA


Amazônia perde 593km quadrados em março/abril

Do Correio do Brasil
 Redação, com Reuters - de São Paulo

O desmatamento na Amazônia subiu para 593 quilômetros quadrados em março e abril deste ano, na comparação com os mesmos meses do ano passado, e o Mato Grosso foi o Estado que mais contribuiu para a perda da floresta com 480,3 quilômetros quadrados de área desmatada, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O alerta sobre o avanço do desmatamento ocorre no momento em que o projeto que altera o Código Florestal aguarda para ser votado na Câmara dos Deputados. A votação do texto já foi adiada três vezes por falta de consenso entre governo, o relator, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e parlamentares.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PESQUISA

Cientista suíço capta elo que faltava das abelhas

A abelha é o únco inseto domesticado pelo homem
A abelha é o únco inseto domesticado pelo homem (Keystone)
Por Isabelle

Pesquisador nas universidades de Neuchâtel (Suíça) e de Cornell (Estados Unidos), Christophe Praz conseguiu decodificar o elo que faltava para explicar a transição entre marimbondos caçadores e abelhas há mais de 120 milhões de anos.

 Eichenberger, swissinfo.ch


Na entrevista a seguir, o pesquisador suíço também fala do fenômeno que vem dizimando as colmeias em todo o mundo.

Publicada na revista científica britânicaProceedings of the Royal Society B, essa pesquisa foi dirigida por Christophe Praz, mestre-assistente no laboratório de entomologia evolutiva da Universidade suíça de Neuchâtel.

SUPERBACTÉRIAS

Humanidade está perdendo batalha contra superbactérias, dizem especialistas

A superbactéria KPC, que afetou o Brasil em 2010 (Foto: dr Fred Hossler - Science Photo Library)
Superbactérias como a KPC já não respondem a antibióticos
A incidência de infecções resistentes a drogas atingiu níveis sem precedentes e supera nossa capacidade atual de combatê-las com as drogas existentes, alertam especialistas europeus.
A cada ano, mais de 25 mil pessoas morrem na União Europeia em decorrência de infecções de bactérias que driblam até mesmo antibióticos recém-lançados.