domingo, 28 de fevereiro de 2010

AMÉRICA LATINA SOB AMEAÇA DE TSUNAMI

Erupção vulcânica nas Canárias poderá causar destruição em Nova York e Buenos Aires



A América Latina é margeada pelo Cinturão de Fogo Circumpacífico, a cadeia sísmica submarina com os maiores índices de atividade tectônica do mundo.



A DW-WORLD conversou sobre o assunto com sismologistas na América Latina e na Alemanha.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

TERREMOTO COM VÍTIMAS NO CHILE - VIDEO



MAIORES INFORMAÇÕES EM:
www.colunadosardinha.wordpress.com
outro vídeo em: www.colunadosardinhaecologia.blogspot.com

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IDOSOS SOFREM COM AS QUEIMADAS


Renata Moehlecke-agencia fiocruz

As queimadas na Amazônia podem estar prejudicando seriamente a saúde respiratória das populações a elas expostas: é o que um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, unidade da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). A pesquisa, publicada na revista Ciência & Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco),

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

BRASIL VAI À COPA COM UMA NOVIDADE - CAMISA FEITA DE MATERIAL RECICLADO

Fonte:|bbc.co.uk|




A CBF e a Nike escolheram Londres, onde a Seleção Brasileira enfrenta a Irlanda na próxima terça-feira, para o lançamento da nova camisa amarela com a qual o Brasil vai disputar a Copa do Mundo na África do Sul.

A grande novidade do lançamento, segundo a fabricante, é que a camisa é feita com plástico reciclado de garrafas PET.

"Cada camisa é feita com plástico de oito garrafas", afirma o representante da Nike junto à CBF, Mário Andrada e Silva.

Além disso, nas costuras da nova camisa, a fabricante usou cola no lugar da linha que normalmente é utilizada.

HAFENCITY

A HafenCity Hamburgo, o maior projeto de desenvolvimento urbano na Europa, cria uma estrutura urbana viva. Ela é um modelo de projeto para que se more e trabalhe ecologicamente
Till Briegleb

O pátio escolar da Katharinenschule, em Hamburgo, é talvez um dos mais estranhos do mundo. Rodeadas por torres vítreas de escritórios e guindastes de construção, as crianças brincam num colorido viveiro de pássaros, no teto do prédio. As redes de proteção, acima da claraboia, estão cheias de frisbees e bolas. A armação inclinada também está revestida de redes. Mas os alegres e barulhentos alunos do primário não dão a impressão de estar numa gaiola. Eles talvez nem notem a bela vista e o seu lugar especial no teto da escola.

SALTO PARA UMA NOVA ERA ENERGÉTICA

Impulso para a energia ecológica: com milhares de quilômetros de cabos high-tech sob o Mar do Norte, Alemanha e outros oito países europeus querem interligar seus parques eólicos e usinas hidrelétricas.

fonte- magazine-deutschland.de/pt

Oliver Sefrin

Com a Iniciativa Offshore Mar do Norte, nove países europeus querem dar, de forma impressionante, um sinal claro a favor do uso das energias renováveis. Bélgica, Dinamarca, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Irlanda, Luxemburgo...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A SUZANO E A REGIÃO TOCANTINA




Quem diria que a Suzano Papel e Celulose, com a conveniência, com a complacência e com a conivência dos governos dos estados do Maranhão e do Piaui, tenta solapar as legislações ambientais que contornam respectivamente o bioma Amazônico e o bioma Mata Atlântica nestes dois estados?!!!

A empresa acabou de entregar o estudo de impacto ambiental referente a 60 mil hectares de plantio de eucalipto na região Tocantina, oeste do Maranhão.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

RECICLAGEM - SOLUÇÃO CORRETA PARA EMBALAGENS PET

A resina PET foi desenvolvida pelos químicos ingleses Whinfield e Dickson, em 1941, para ser usada na fabricação de fibras sintéticas. Somente na década de 70 ela foi empregada como matéria-prima de garrafas, hoje a sua principal utilização.



Atualmente, 1,5 litro de embalagem PET pode ser feita com apenas 35 gramas de material virgem. Quando o mercado de fibras descobriu a verdadeira fonte de matéria-prima contida no PET, a resina reciclada passou a ser empregada na indústria têxtil.



O Poli Teraftalato de Etileno é um polímero termoplástico. Conhecido popularmente com PET, é uma resina plástica de muita resistência, utilizada na fabricação de garrafas para refrigerantes, águas, sucos, embalagens para cosméticos, comestíveis, medicamentos, produtos de higiene e limpeza, destilados e outros.

EQUIPE DO IBAMA APREENDE CARAGUEJOS-UÇÁ

GUTEMBERG PÁFUA*
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO IBAMA

No sábado, dia 20, a equipe de fiscalização do Ibama da Paraíba esteve na feiras livres dos municípios de Santa Rita, Cabedelo e Bayeux, e apreenderam 1.300 caranguejos que foram soltos nos manguezais próximos às localidades de Santa Rita e Livramento (PB).

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

FAO ALERTA PARA FALTA DE COMIDA NO HAITI

Avaliação da agência mostra que em muitos casos, os moradores dessas regiões passaram a comer as sementes armazenadas para a próxima temporada de plantio; as áreas de Artibonite e Grand'Anse são as mais afetadas.

Agricultura no Haiti

Julia Borba, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou sobre a escassez de alimentos nas áreas rurais do Haiti.

Em nota divulgada nesta sexta-feira, a agência apontou as áreas de Artibonite, no oeste, e Grand'Anse, no sul, como as mais afetadas pela crise alimentar.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

PROJETO ÁRVORE DO CENTENÁRIO


ROMEIROS receberam mudas da árvore Juazeiro, como parte da programação da Festa das Candeias dia 02 de fevereiro.


Tornar o sertão "uma mata só" era o conselho ecológico do Padre Cícero, como incentivo à arborização do campo

sábado, 20 de fevereiro de 2010

5 GYRES - WEST BERMUDAS BEACH

West Bermuda Beach from 5 Gyres on Vimeo.

MICO LEÃO DOURADO - INSTRUMENTO PARA PRESERVAR A BIODIVERSIDADE

Mico leão dourado é ferramenta para preservar a biodiversidade do São João


Débora Motta

Andressa Sales Coelho



Mico leão dourado: termômetro de preservação ambiental da biodiversidade da bacia hidrográfica do rio São João




O mico leão dourado

(Leontopithecus rosalia) é um símbolo da luta pela preservação das espécies brasileiras ameaçadas de extinção. No norte fluminense, um projeto aposta na preservação do pequeno primata de pelos alaranjados e cauda longa como instrumento para conservar outras espécies que vivem na Área de Proteção Ambiental da bacia do rio São João e para promover o desenvolvimento sustentável local.

BAGAÇO DE CANA EXPERIMENTADO COMO ADITIVO AO ASFALTO

Bagaço de cana-de-açúcar melhora o asfalto e condições ambientais

Danielle Kiffer
Divulgação/ IFF

A utilização de bagaço de cana em asfaltos SMA, além de
reduzir custos, é uma alternativa ambientalmente correta


Há algumas décadas, o desenvolvimento sustentável tem sido preocupação constante e crescente. A utilização de materiais que antes eram descartados sem uma destinação, a não ser poluir, é um grande avanço na luta para salvar o meio ambiente. Pensando nisso, um grupo de pesquisadores desenvolveu uma forma de utilizar o bagaço da cana como aditivo estabilizante nas misturas de asfalto do tipo SMA (Stone Matrix Asphalt).

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CONDIÇÕES PRECÁRIAS DE SAÚDE DE CATADORES DE RECICLÁVEIS




A constatação faz parte de um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, que envolveu cerca 1,8 mil trabalhadores



Uma jornada de trabalho que se estende por, pelo menos, dez horas diárias somada a condições precárias, além de baixa remuneração é o dia a dia de aproximadamente 230 mil homens e mulheres que trabalham como catadores de materiais recicláveis no país. A combinação torna a saúde dessa parcela da população vulnerável a diversos riscos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

ADUBO VERDE: SOLUÇÃO ECONÔMICA

Adubos verdes é alternativa auto-sustentável
Experiência pode reduzir ou até eliminar o uso de fertilizantes

Adubação verde é uma prática agrícola que consiste no plantio de espécies capazes de reciclar os nutrientes para tornar o solo mais fértil e consequentemente mais produtivo. A Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ),

DOIS AGROTÓXICOS VETADOS PELA ANVISA

Agrotóxicos: Anvisa recomenda banimento de dois ingredientes





A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o banimento, em todo país, dos agrotóxicos metamidofós e triclorfom. Além disso, quer colocar novos limites para o uso do ingrediente ativo fosmete. 


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

DESPERDÍCIO

Melhor aproveitamento de fertilizantes pode suprir 20% da demanda nacional, diz pesquisador






agencia Brasil


Pesquisas realizadas pela Rede FertBrasil podem ajudar a suprir 20% da demanda nacional de fertilizantes, afirmou José Carlos Polidoro, um dos líderes da rede, coordenada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A FertBrasil é formada por mais de 200 pesquisadores de instituições de pesquisa, universidades e empresas privadas do setor.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

COOPERATIVA DA PARAÍBA PARTICIPARÁ DA BIOFACH



Fonte:portaisdamoda

A Natural Fashion, com 45 cooperativas paraibanas de produção têxtil de algodão orgânico naturalmente tingido, associada ao Projeto Organics Brasil, participará da maior feira mundial de produtos orgânicos, a Biofach Nuremberg - Alemanha, de 17 a 20 de fevereiro.

No estande do Projeto Organics Brasil, a empresa pretende aproveitar o aquecimento do mercado orgânico e conquistar compradores do varejo dos Emirados Árabes e países asiáticos, além de renovar contratos com países europeus, Estados Unidos e Canadá. A empresa leva para a feira modelos de moda feminina, masculina, infantil, acessórios e brinquedos em algodão orgânico.

PROJETO ORGANICS BRASIL - http://www.organicsbrasil.org
BIOFACH - NUREMBERG 17 A 20 DE FEVEREIRO
Pavilhão 2 Estandes - 130/230 Fonte - Ming Liu - coordenador executivo

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

MUDANÇAS CLIMÁTICAS, CONSCIENTIZAÇÃO DA SOCIEDADE E A FAMÍLIA


Segue relato de conversa ouvida em uma fila de banco.
- “Meu amigo, tudo bem”?
- “Desagradável apenas este calor”.
- “Mas você sabe; isso é culpa de uma tal de Mudança Climática”.
- “Eu sei; é a redução do número de estações do ano de quatro (primavera, verão, outono e inverno) para apenas duas (chuva e verão)”.
- “E é verdade mesmo, pois na estação do verão, dado o calor excessivo, há muita evaporação de água que acaba caindo (acima do esperado) na estação das chuvas”.
- “Sabe que você conseguiu explicar este processo com muita clareza, pois vinha ouvindo muita coisa sobre este tal de Aquecimento Global e não estava entendendo nada”.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

PARA ESPECIALISTA GALÁPAGOS (ECU) ESTÁ À BEIRA DE DESASTRE ECOLÓGICO



Iguana em Galápagos
Construção e invasão de espécies ameaçam animais como o iguana

As Ilhas Galápagos, no Equador, têm apenas uma década para serem salvas de um desastre ecológico, alertou o diretor da Fundação Charles Darwin, Gabriel Lopez.
Em uma entrevista exclusiva à BBC para marcar os 200 anos do nascimento do cientista britânico Charles Darwin, Lopez disse que o arquipélago pode sofrer danos irreversíveis se o turismo na região não for contido.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ENSP ELABORA ESTRATÉGIAS PARA AGRICULTORES ENFRENTAR A SECA


Informe Ensp
Ajudar os agricultores a superar as adversidades impostas pela seca na região do semiárido do Nordeste é um dos objetivos da atuação da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) no município de Pintadas, localizado a 250 quilômetros de Salvador. 
Por meio do projeto Pintadas Solar, a pesquisadora Débora Cynamon Kligerman vem participando das estratégias que buscam articular recursos técnicos, científicos, sociais e de políticas públicas com vistas a gerar renda e adaptar comunidades vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

DESIGUALDADE ENERGÉTICA É ACENTUADA NO PARAGUAI


Por Guilherme Dreyer Wojciechowski - SopaBrasiguaia.com

Enquanto uns gastam energia elétrica demais, outros não têm sequer uma única lâmpada. No Paraguai, país com pouco mais 1,3 milhão de usuários residenciais, comerciais e industriais do setor elétrico, pouco mais de 10% gastam o equivalente a 45% do consumo.

Foi o que revelou, nesta segunda-feira (08), o jornal ABC Color, que cita como fonte o estudioso Ernesto Samaniego, professor universitário e ex-diretor de planejamento da estatal Administração Nacional de Eletricidade (ANDE), responsável pela produção e distribuição de energia no Paraguai.

Segundo Samaniego, pouco mais de 130 mil clientes são responsáveis pelo consumo de até 45% da energia disponível no sistema elétrico paraguaio, cuja base de alimentação é composta pela hidrelétrica de Acaray e pelas binacionais Itaipu (com o Brasil) e Yacyretá (com a Argentina).

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

GREENPEACE PROJETA REDES ELÉTRICAS INTELIGENTES

Praga, República Theca


Redes elétricas inteligentes - como desenvolver uma infraestrutura para o século 21

Por: Greenpeace

Um novo estudo do Greenpeace, feito em parceria com o Conselho Europeu de Energias Renováveis (EREC), mostra como as redes elétricas do mundo poderiam ser transformadas para suportar uma matriz elétrica com 90% de energia renovável em 2050. A transformação, alcançada com um nível modesto de investimento, é uma grande oportunidade de negócio para empresas de tecnologia e permitiria cortes gigantescos nas emissões de gases do efeito estufa.

“Renováveis 24h – a infra-estrutura necessária para salvar o clima” é parte do cenário [R]evolução energética, cenário traçado sobre como garantir o fornecimento de energia no futuro de forma amigável com o clima do planeta.

Um ponto referente à Europa, detalhado no relatório, faz eco nas necessidades brasileiras. Uma comparação de 30 anos de dados meteorológicos com as curvas anuais de demanda da Europa demonstra que, com a rede elétrica em uso, há apenas uma chance de 0,4% – ou 12 horas por ano – que a alta demanda ocorra quando a geração solar e eólica é baixa. O reforço proposto para a rede retiraria esta pequena incerteza, garantindo um fornecimento constante.

O estudo explica como redes elétricas inteligentes (smart grids, em inglês) locais e regionais poderiam ser conectadas de forma eficiente com uma super rede (super grid) de alta voltagem[1], para garantir um fornecimento ininterrupto e confiável de eletricidade, sem ativar usinas térmicas a carvão ou nucleares.

No Brasil, o alto potencial de renováveis (solar, eólica e biomassa) certamente garantiria a mesma oferta confiável de energia projetada para a Europa pelo relatório. Por enquanto, a experiência de 2009, quando um blecaute atingiu quatro regiões do país, evidenciou a necessidade de investir em redes inteligentes e reforçar as existentes. Hoje não se pode confiar nas linhas de transmissão de Itaipu nos picos de consumo de energia, decorrentes do forte calor e da recuperação da produção industrial.

“Apesar da abundância de chuvas e dos níveis elevados dos reservatórios, opta-se por acionar as termelétricas fósseis, a fim de evitar o risco de sobrecarga nas linhas de transmissão das hidrelétricas”, afirma Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energias renováveis do Greenpeace. “Como efeito colateral, sofremos tanto com as emissões de gases-estufa dessas usinas quanto com seu custo elevado.”

Devem ser gastos cerca de R$ 80 milhões com as termelétricas durante a temporada de calor, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

“Com redes inteligentes, nós basicamente combinamos internet com eletricidade”, comenta o especialista em energia do escritório internacional do Greenpeace, Sven Teske. “Reforçar as redes inteligentes é uma grande oportunidade de negócios, especialmente para companhias de tecnologia. Na Europa, o investimento anual necessário ficaria em torno de € 5 bilhões, ou seja, menos de € 5 por ano por casa. Para destravar o investimento necessário em uma estrutura que seja amigável com o clima, precisamos urgentemente de políticas que apóiem a transição para uma oferta de eletricidade 100% renovável”, afirma Teske.

“O mercado global de energia renovável poderia crescer em índices de dois dígitos até 2050, e se equiparar ao tamanho atual da indústria fóssil. Hoje em dia, o mercado global está na casa dos US$ 120 bilhões e dobra de tamanho a cada três anos”, diz Christine Lins, secretária-geral do Erec. “O mercado global de renováveis caminhará lado a lado com o desenvolvimento de redes inteligentes, quando a participação de energia eólica e solar fotovoltaica passar de um terço do total de energia gerada.”

O relatório “Renewable 24/7” pode ser lido http://www.greenpeace.org/eu-unit/press-centre/reports/EU-energy-revolution-report e em www.erec.org.

[1] Smart Grids ou redes inteligentes enviam de eletricidade dos pontos de geração até os consumidores utilizando um sistema de monitoramento com tecnologia digital. Este sistema permite a integração de fontes energéticas descentralizadas como solar e eólica, assimilando sua entrada no sistema nos períodos de vento e sol. Permite também o controle do consumo de aparelhos e eletrodomésticos em residências e edifícios, informando os consumidores em tempo real sobre seu consumo e até desligando alguns equipamentos em períodos de alta demanda energética.

Tudo isto é possibilitado através de linhas de transmissão de alta eficiência, que reduzirão as taxas de perdas do sistema elétrico. Desta forma, o sistema economiza energia, reduz custos e aumenta a confiabilidade e a transparência do consumo de energia.

Os Super Grids ou super redes usam linhas de corrente contínua de alta tensão (HVDC) para transportar grandes quantidades de energia a grandes distâncias, com alta eficiência. Este sistema permitirá que a energia eólica do sul e solar do nordeste do país seja distribuída para outras regiões, evitando a sobrecarga das linhas de transmissão de grandes centrais de geração de energia.

DOROTHY STANG E A JUSTIÇA NO CAMPO

Congregação Notre Dame divulgará cartas escritas por Dorothy para exigir justiça no campo



Por Ivan Richard, repórter da Agência Brasil



O quinto ano da morte da missionária norte-americana Dorothy Stang será lembrado com a divulgação de várias cartas escritas por ela e de documentos que portava quando foi morta a tiros no município paraense de Anapu.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

*ECOS DO CERRADO* Judson de Barros

*bichos imploram contra a destruição do cerrado*



Esta é a mais recente obra do escritor e ambientalista Judson Barros. Nela o autor evidencia o grito dos bichos e das árvores do Cerrado que pedem socorro face à destruição das florestas. Tem o prefácio de Dom Xavier
Gilles. Contribuem com a obra Leonardo Boff, Marina Silva, Dom Tomás Balduino, Dom Franco Masserdotti. Esta obra possui importante cunho literário e científico.
São vinte e cinco textos onde os bichos e árvores do Cerrado clamam contra a dizimação do bioma. Histórias reais que mostram a situação de devastação ambiental que se processa no Piauí a custa de um discurso inverídico de desenvolvimento imposto pelo Estado e por empresas que muito lucram com esse modelo de desenvolvimento predador da natureza.



No Piauí se comete os piores crimes ambientais do Brasil sem que a sociedade tome conhecimento dos fatos. Por um motivo simples: o controle dos meios de comunicação. Este livro busca levantar uma discussão sobre o assunto e alertar a população da gravidade dos acontecimentos.
*Para adquirir o livro:*
ecos-do-cerrado@ bol.com.br
Fundação Águas - FUNAGUAS
Preço: R$ 35,00 (com as despesas postais inclusas)
R$ 26,00 - nas livrarias em Teresina-PI
Para ver melhor o livro acesse:
 

domingo, 7 de fevereiro de 2010

OPERAÇÃO CINCO GIROS COMPLETA PRIMEIRA FASE

Cientistas completam a perna inicial da primeira travessia de estudo global da “sopa de plástico oceânica”

O Sea Dragon agora cruza à vela o Giro do Atlântico Norte

A operação 5giros - em alusão aos cinco continentes deverá chegar ao Rio de Janeiro em agosto/2.010

Veja vídeo no final

OCEANO ATLÂNTICO NORTE—Cientistas marinhos encontraram fragmentos de plástico em todas as amostras de água do oceano obtidas na perna inicial da travessia do Projeto 5 Gyres (Giros), o primeiro estudo global sobre poluição marinha por plástico.

“Todas as amostras obtidas da superfície no meio do Atlântico continham fragmentos de plástico, não importava aonde deixávamos cair nosso equipamento de arrasto,” disse Anna Cummins. A residente de Santa Monica, Califórnia, velejou através do Atlântico Norte entre St. Thomas, na Ilhas Virgens, EUA e as Bermudas, para lançar o projeto com seu marido o Dr. Marcus Eriksen.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

DESERTO DE HOMENS E IDÉIAS

Foto da plenária de 29/01 realizada em
Ribeirão Preto

Fomos para a Audiência Pública de Assis (SP) que iria discutir um novo Código Florestal, desconfiados de que estaríamos diante de uma farsa, pois a cidade do interior de São Paulo, juntamente com Ribeirão Preto é uma das catedrais do agro-negócio e baluarte dos canavieiros, que tem no presidente Lula o garoto-propaganda número um.
Entretanto, uma dúvida nos assaltava, a cidade do norte do Estado, também reduto dos canavieiros havia sido categórica em sua repulsa a esta aventura mudancista.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

CÓDIGO FLORESTAL - AUDIÊNCIA EM ASSIS (SP) MARCADA PELA UNANIMIDADE

Fotos: coluna press
No cinema municipal de Assis (SP), contando com a presença de doze parlamentares membros da Comissão Especial que está analisando a proposta de um novo Código Florestal e também  de centenas de pessoas, a maioria composta por ruralistas da região, pólo do agronegócio do Estado de São Paulo, o presidente da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, Deputado Moacir Miqueleto deu início à Audiência Pública, às 9,15 desta manhã.

Primeiramente fizeram uso da palavra os deputados membros da Comissão, que fizeram ardorosa defesa de um novo Código, repetindo argumentos já conhecidos e tão a gosto da platéia formada em sua maioria por representantes do setor sucro-alcooleiro.

Falaram também, Fabio Meireles, presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo e o presidente da Organização das Cooperativas de Estado de São Paulo, que defenderam um novo código com o afrouxamento das leis ambientais e a adoção de Códigos estaduais de meio ambiente.


A defesa do atual Código e da legislação ambiental coube ao Ministério Público, que entre outras coisas disse, que uma lei de quase quarenta e cinco anos, já produziu efeitos benéficos e não pode ser alterada assim a toque de caixa, baseada apenas em um parecer de um técnico do IBAMA. Há necessidade de um estudo técnico-científico de maior profundidade. E mais meio-ambiente diz respeito a todo o planeta e sua regulamentação não pode ficar restrita a um Estado ou município.

Pelas considerações finais do presidente da Comissão, Deputado Moacir Miqueleto, estas audiências públicas terão pouca validade, pois pretende até o fim de abril, aprovar na Comissão o texto de um novo Código.

Os trabalhos teriam continuidade até 14,00 horas, quando os parlamentares iriam deslocar-se para Ribeirão Preto (SP) para a audiência pública, onde por certo encontrariam um ambiente um pouco diverso do de Assis, haja vista a manifestação do dia 29 ultimo.

Do Enviado especial a Assis: Osmar Aurélio

REUNIÃO EM ASSIS(SP) DISCUTE CÓDIGO

NOVO CÓDIGO FLORESTAL

REPORTAGEM LOCAL (Jornal Voz da Terra/Assis)



Hoje, dia 03, ocorre no Cinema Municipal de Assis a partir das 9h a Audiência Pública para discussão do Código Florestal Brasileiro.

A Audiência é organizada pelo Consórcio Intermunicipal do Vale Paranapanema – CIVAP e contará com a presença de membros da Comissão Especial que trata das alterações no novo Código florestal Brasileiro, entre eles a presença do relator e deputado Federal Aldo Rebelo.

Espera-se para esta Audiência um público superior a 600 pessoas, entre autoridades, cientistas, representantes de universidades, entidades e organizações do terceiro setor as quais deverão acompanhar a proposta que será apresentada em nível estadual, já que no Estado de São Paulo este tipo de Audiência para a discussão do Código só irá ocorrer em Assis e em Ribeirão Preto. A proposta validada pelas lideranças do Vale Paranapanema será apresentada pelo Dr. Ricardo Augusto Dias Kanthack – diretor do Pólo Médio Paranapanema - Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA.

As audiências ocorrem em todo o país durante o mês de fevereiro. O objetivo é a reformulação da política ambiental e florestal no Brasil. Através das Audiências a Comissão Especial que analisa as mudanças no Código espera promover o debate e ouvir sugestões.

Integrantes da Comissão Especial que analisam as mudanças no Código Florestal Brasileiro: Moacir Miqueleto - deputado Federal pelo Estado do Paraná e presidente da Comissão Especial; Anselmo de Jesus - deputado Federal pelo Estado de Rondônia e primeiro vice - presidente; Homero Pereira - deputado Federal pelo Estado do Mato Grosso e segundo vice - presidente; Nilson Pinto - deputado Federal pelo Estado do Pará e terceiro vice - presidente; Aldo Rebelo - deputado Federal pelo Estado de São Paulo e relator da Comissão Especial.

NOVO CÓDIGO FLORESTAL

Ocesp apoia iniciativa da Câmara dos Deputados

REPORTAGEM LOCAL (Voz da Terra/Assis)

Com o propósito de incentivar o debate sobre o novo Código Florestal, a Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo) apoia a iniciativa da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que realizará na quarta-feira, 03 de fevereiro, audiência pública em Assis, às 9h. O objetivo é que os produtores da região tenham a oportunidade de discutir sobre os problemas inerentes à questão e sugerir mudanças ao Código, considerando as características da área. A expectativa é de que mais de 400 pessoas participem dessa reunião.

De acordo com o vice-presidente da CAP (Cooperativa Agrícola de Pedrinhas Paulista), Antonio Franco Neto, as regras que o governo quer aplicar a todas as propriedades rurais trarão impactos não apenas ao meio rural, mas ao país. “Uma das imposições é que as áreas produtivas destinem de 20% a 80% para o plantio de árvores. Mesmo que seja exigido o mínimo, teremos uma redução de 20% da economia na região, gerada pelas culturas de cana-de-açúcar, soja e milho. São 20% a menos da produção e 20% a menos de pessoas trabalhando nas plantações. Imagine tais conseqüências no país todo”, explica Neto. Segundo ele, a regra é injusta, uma vez que os produtores já adotam medidas de preservação da fauna e da flora, como as APP’s (Áreas de Proteção Permanente).

“Temos que considerar ainda que o Brasil é um país com uma grande quantidade de pequenos produtores e a sua terra é seu único meio de sobrevivência. Como o produtor conseguirá se manter se sua renda, que já é pequena, sofrer uma redução por conta da área que deverá ser reservada ao reflorestamento?”, questiona o vice-presidente.

Ele ressalta ainda que a exigência do Código Florestal foi imposta apenas ao Brasil, o que já está causando um movimento de emigração de produtores brasileiros a países que não exigem tais regras, como o caso da Bolívia e do Paraguai. Outro impacto que Franco Neto prevê é o abandono da área rural para os centros urbanos. “Muitos produtores já pensam em adquirir um imóvel e abandonar a agricultura, porque no campo, ao adquirir terra, o produtor paga 100% pela propriedade e já sai perdendo 20% da área produtiva. No caso dos imóveis não há essa perda”. “As plantações não são fontes de poluição, são os motores da economia. É curioso observar que os grandes países, considerados os maiores poluidores do mundo, como Estados Unidos e Japão duas potencias, não tenham um Código Florestal. Não temos como solucionar a poluição mundial se não cortamos o mal pela raiz. Mesmo que 100% das áreas brasileiras fossem reflorestadas, o problema não estaria sanado”, comenta Antonio Franco Neto.

Para o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, a questão é séria e deve ser avaliada sob aspectos estritamente técnicos. “Um assunto tão importante, que vai mexer profundamente com nosso país, não pode ser tratado em função de pressões políticas ou interesses econômicos estrangeiros, em vez do critério ambiental de fato. Se a nova proposta para o Código Florestal for aprovada, os países de primeiro mundo terão o domínio sobre a produção agrícola mundial. Há muito jogo de interesse e esse aspecto não pode ser desprezado”, afirma. “É por isso que a participação de toda a sociedade e, principalmente do setor agropecuário e do cooperativismo, que reúne grande parte dos produtores rurais, é essencialmente importante. Não pode mos permitir que os países ditem as regras da nossa produtividade, de modo a prejudicá-la em prol dos maiores poluidores mundiais. Devemos, sim, cobrar que esses países façam sua parte, contribuindo para que as pessoas que vivem na floresta ou que promovem o reflorestamento sejam remuneradas por isso”, afirma.

Código Florestal - Em vigor desde 1965, o Código Florestal está em discussão no Congresso Nacional para que sejam realizadas alterações de forma a adequar a lei às realidades atuais do campo e do meio ambiente. As propostas são de interesse de todos os brasileiros, principalmente dos setores ligados ao agronegócio, ao meio ambiente, inclusive cooperativas, pois definem novas normas para desmatamento, terras agricultáveis e preservação ambiental. As audiências serão abertas ao público e contarão com a presença dos deputados federais Aldo Rebelo, Duarte Nogueira e Moacir Micheletto.

SERVIÇO - Audiências públicas sobre o Código Florestal Data: Quarta-feira, 3 de fevereiro

Horário e Local: Assis/SP - 9 horas - Cinema Municipal de Assis - Rua Brasil, 15 – Centro.

ASSIS (SP) SEDIA NESTA 4a. AUDIÊNCIA PARA DISCUTIR CÓDIGO FLORESTAL




Nesta 4ª. (03/02) prosseguirão as audiências públicas para a discussão do projeto de reforma do Código Florestal.



A primeira audiência foi realizada em Ribeirão Preto e contou com a presença de centenas de ambientalistas e sindicalistas, que produziram um manifesto de repúdio à tentativa de mudanças no Código, pretendida pelos ruralistas e que tem na Senadora Kátia Abreu a idealizadora da reforma e sua mais ardorosa defensora.



Para hoje está marcada uma nova audiência em Ribeirão Preto e em Assis.



A reunião de Assis está sendo aguardada com grande expectativa, pois na região está sediada uma das maiores unidades do Grupo Cosan e outras usinas menores, todas filiadas à ÚNICA. Ambientalistas e entidades de classe prometem movimentar a reunião que contará com a presença do relator do projeto na Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo.



A COLUNA DO SARDINHA estará presente cobrindo e produzindo matérias ao vivo durante o transcorrer do evento.







terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

GOVERNO ANTECIPA PARA MARÇO LEILÃO DE BELO MONTE

LUANA LOURENÇO
AGÊNCIA BRASIL

O Ministério de Minas e Energia antecipou a previsão de realização do leilão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Ontem (1º), após a liberação da licença ambiental prévia para o empreendimento, o governo anunciou que o certame ocorreria nos primeiros dias de abril. Hoje (2), o ministério informou que o leilão será realizado ainda em março.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve publicar o edital de Belo Monte nos próximos dias. Como o leilão chegou a ser marcado para dezembro – e foi adiado pela falta da licença ambiental – o texto provavelmente está pronto, deve passar apenas por ajustes. Após a divulgação do edital, o leilão pode acontecer em até 30 dias, a critério do MME.

IRONIA, POUCO CASO OU INTERESSES


Da Redação

Ao mesmo tempo em que a Eletrobrás anuncia a abertura de uma das comportas de Tucuruí, inundando áreas situadas abaixo da represa, o ministro Carlos Minc do Meio Ambiente anuncia a concessão de licença ambiental para a hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu.

Belo Monte vem para juntar-se à série de atentados ao meio ambiente perpetrados pelo governo Lula, pelos quais as gerações futuras hão de lamentar-se.

Jirau e Santo Antonio, no rio Madeira, canalão do São Francisco, impropriamente chamado de “transposição”, a ampliação da fronteira da cana de açúcar em Mato Grosso, permitindo que ela se expanda no santuário ecológico do pantanal, modificação do Código Florestal, nitidamente para alforriar cavieiros e junte-se agora Belo Monte e o Brasil consagra-se como o paraíso das empreiteiras e dos canavieiros.

A construção de três multibilionárias hidrelétricas é realmente necessária neste momento? Ou atenderia apenas interesses de empreiteiras, que pouco a pouco estão infiltrando-se e dominando a administração pública, colocando-a a serviços dos seus interesses.

Haja vista a compra da Quattor pela Braskem (Odebretch/Petrobras), concedendo à empreiteira o monopólio da indústria química do petróleo, a autorização para que a Camargo Correia crie uma super-elétrica que vai deter 35% do mercado elétrico nacional e a desconhecida Delta, que cresceu apenas 2000% sob o governo Lula.

O sensível campo da energia deveria estar sob quarentena há muito tempo, a ponto de não se permitir aventuras tipo Belo Monte, Jirau e Santo Antonio, pois há em todo país, desde o tempo de FHC, quase meia centena de termelétricas acopladas às usinas de açúcar e álcool, que graças à “capacidade instalada” custam aos cofres públicos milhões de reais e não fornecem um watt para uso de terceiros, só beneficiando diretamente os canavieiros, que tem no presidente Lula o padrinho que os acoberta.

Lula, que vai deixando pelo caminho minas e armadilhas para deixar para seu sucessor, seja lá quem for, um país ingovernável, refém das empreiteiras e dos canavieiros, que reinarão soberanos.

DEPOIS DE VINTE ANOS IBAMA CONCEDE LICENÇA A BELO MONTE!

Marta Nogueira, Jornal do Brasil


RIO - Depois de 20 anos de discussão, a licença ambiental da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, Pará, foi aprovada segunda-feira pelo Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a empresa que vencer o leilão para construir a hidrelétrica será obrigada a investir cerca de R$ 1,5 bilhão em contrapartida ambiental. A usina terá potência instalada de 11.000 megawatts, a segunda maior do Brasil, atrás apenas da hidrelétrica de Itaipu, no Rio Paraná, que tem 14.000 megawatts.

O projeto prevê a inundação de uma área de 250 quilômetros quadrados da região, e a construção está estimada entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões. Para especialistas, o tamanho do impacto ambiental não se justifica, porque a hidrelétrica só poderá funcionar com capacidade máxima durante seis meses do ano, em função do fluxo do próprio rio.


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